Morava numa cidade do interior do ceará, onde existe uma
moto para cada habitante, daí nasceu a minha paixão por motos. Aos treze anos
um amigo meio maluco deixou eu andar na moto dele, mas não me explicou como
fazer isso, eu era uma boa observadora, consegui sair na moto e andei até que
bem, e ainda coloquei meu irmão na garupa. Quase estourei o motor da moto
porque passava as marchas todas erradas, com o passar do tempo consegui
melhorar a pilotagem, mas andava em doses homeopáticas, toda vez dava uma
tremedeira, não sei se era medo, ou adrenalina, mas era uma sensação diferente.
Com quinze anos fui embora para São Paulo e minhas voltinhas de moto
praticamente acabaram.
quarta-feira, 9 de maio de 2012
Cair e Levantar
Com quinze anos me mudei para São Paulo, com isso fiquei bem
distantes das motocicletas, só andava quando passava as férias no Ceará, já não
tinha muita prática, então, peguei a Bis da minha prima para guardar, fiz
confusão pelo fato da moto não possuir embreagem, a moto empinou e fui pro
chão, quebrou a carenagem da frente da moto e alguns arranhões, eu só machuquei
um pouco a mão direita.
No ano seguinte fui novamente passear e dessa fez fomos curtir o carnaval em um balneário, tinha um açude e um trio elétrico tocando o dia todo, eu e as meninas tomamos algumas cervejas, minha irmã estava de carona comigo, para voltar, na hora de pegar a moto que estava embaixo de uma árvore, resolvi passar por cima de uma raiz pra não ter que empurrar a moto, resultado, me atrapalhei por ser sem embreagem e mais uma vez fui pro chão, dessa vez ralei muito o joelho direito e fiz um roxo enorme da coxa, levantei e levei e minha irmã ainda teve coragem de ir comigo até a cidade, a estrada era de terra e tinha muita areia no caminho, mas conseguimos chegar em casa sem mais “acidentes”. Com os machucadinhos minhas férias foram menos divertidas.
No ano seguinte fui novamente passear e dessa fez fomos curtir o carnaval em um balneário, tinha um açude e um trio elétrico tocando o dia todo, eu e as meninas tomamos algumas cervejas, minha irmã estava de carona comigo, para voltar, na hora de pegar a moto que estava embaixo de uma árvore, resolvi passar por cima de uma raiz pra não ter que empurrar a moto, resultado, me atrapalhei por ser sem embreagem e mais uma vez fui pro chão, dessa vez ralei muito o joelho direito e fiz um roxo enorme da coxa, levantei e levei e minha irmã ainda teve coragem de ir comigo até a cidade, a estrada era de terra e tinha muita areia no caminho, mas conseguimos chegar em casa sem mais “acidentes”. Com os machucadinhos minhas férias foram menos divertidas.
Obs. No interior andávamos sem capacete, de havaianas,
bermudinhas e blusinhas, ou seja, proteção zero.
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