Morava numa cidade do interior do ceará, onde existe uma
moto para cada habitante, daí nasceu a minha paixão por motos. Aos treze anos
um amigo meio maluco deixou eu andar na moto dele, mas não me explicou como
fazer isso, eu era uma boa observadora, consegui sair na moto e andei até que
bem, e ainda coloquei meu irmão na garupa. Quase estourei o motor da moto
porque passava as marchas todas erradas, com o passar do tempo consegui
melhorar a pilotagem, mas andava em doses homeopáticas, toda vez dava uma
tremedeira, não sei se era medo, ou adrenalina, mas era uma sensação diferente.
Com quinze anos fui embora para São Paulo e minhas voltinhas de moto
praticamente acabaram.
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